Celino Cunha Vieira - Associação Portuguesa José Marti / Cubainformación.- Passaram já 38 anos desde a primeira e maior sabotagem ocorrida contra um avião civil no hemisfério ocidental, o qual vitimou 73 pessoas, entre elas os jovens cubanos da equipa nacional de esgrima que viajavam a bordo de um DC-8 da Cubana de Aviación e que momentos antes havia levantado voo de Barbados com destino a Havana.


Um dos mentores desse desprezível acto terrorista, Luís Posadas Carriles, era então agente da CIA e entre outros trabalhos sujos serviu vários anos como especialista do pentágono em países da América Latina, vivendo hoje em plena liberdade nos EUA, país este que mantém ainda presos António Guerrero, Gerardo Hernández e Ramón Labañino, acusando ainda Cuba de fomentar e apoiar o terrorismo, quando desde o triunfo da Revolução já morreram 3.478 cubanos, vítimas de actos violentos de sabotagem executados por grupos mafiosos sediados em Miami, financiados e treinados por organismos governamentais dos EUA.

Não fosse o abnegado e heróico trabalho dos cidadãos cubanos que corajosamente se têm infiltrado nas organizações terroristas, evitando que este e outros tipos de actos violentos provocassem mais vítimas inocentes, o número de mortos e de deficientes físicos seria certamente muito maior.

Esta guerra subversiva a que Cuba está sujeita desde há mais de 50 anos sem qualquer trégua, já passou por 11 administrações norte-americanas e por outros tantos presidentes, sem que haja a coragem política de lhe pôr fim e cumprir as resoluções das Nações Unidas que anualmente têm sido aprovadas quase por unanimidade, condenando o criminoso bloqueio económico, comercial e financeiro imposto unilateralmente pelos EUA a Cuba.

Por tudo isto, é necessário que todas as pessoas dignas e amantes da justiça e da liberdade juntem as suas vozes à do povo cubano, rompendo por todas as vias o muro de silêncio que tem ocultado estas atrocidades, principalmente da opinião pública norte-americana, que com os seus impostos está a patrocinar os facínoras que matam sem piedade inocentes, sejam eles velhos, jovens ou crianças, com o único objectivo de conquistar um poder que não lhes pertence, a que não têm direito e a que o povo cubano rejeita na sua esmagadora maioria.

Como escreveu José Marti, “Quem esconde por medo a sua opinião, que como um criminoso a oculta no fundo do peito e que com a sua ocultação favorece os tiranos, é tão cobarde como aquele que no meio da batalha volta as costas e abandona a lança ao inimigo”.

Cuba declarou o 6 de Outubro como Dia das Vítimas do Terrorismo de Estado e anualmente é prestada uma justa homenagem a todos aqueles que sofreram as consequências dos assassinos contratados e bem pagos para tentarem desestabilizar a ordem pública cubana. O povo, na sua imensa sabedoria sabe onde está a razão e chora por todos aqueles que foram sacrificados como resultado de uma política genocida por parte dos sucessivos governos norte-americanos.

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